terça-feira, 22 de maio de 2012

A terra está mudando: Aquecimento Global e a Rio + 20



Por: Iris Rianne
As discussões sobre as mudanças climáticas se tornaram frequentes entre o meio acadêmico e espaços comuns da sociedade, isso mostra a preocupação da população com as consequências do aquecimento global para a qualidade de vida na Terra. Isso é inevitável e bem perceptível, é só perguntar a seus avós ou outra pessoa mais velha como era a temperatura no tempo da infância deles. Certamente, eles vão falar que era diferente, “mais fresco”, chovia mais, entre outras coisas.
Só para compreendermos, na Terra existe um processo responsável por manter a temperatura equilibrada chamado efeito estufa, que é imprescindível para a manutenção da vida no planeta, já que promove um equilíbrio na temperatura, possibilitando um clima adequado para sua existência. Isso se deve à associação de fatores, como a camada de ozônio que filtra os raios ultravioletas emitidos pelo sol, além de gases, como dióxido de carbono (CO2) que é advindo da queima de combustíveis fósseis e contribui para que parte do calor permaneça dentro da atmosfera terrestre. Entretanto, esta camada tem sofrido interferência por causa do aumento deste gás que “segura” mais calor na Terra, aumentando a temperatura global. Além deste gás, também existem outros que agravam o efeito estufa, como o metano, o clorofluorcarbonetos (CFCs), o óxido nitroso, entre outros. Estes gases têm fontes variadas, como a decomposição de matérias orgânica, geladeiras e ar-condicionado antigos, além de indústrias, respectivamente.
A partir das análises e levantamentos já realizados, é previsto que o aquecimento intensificará fatores como áreas litorâneas mais úmidas e os interiores mais secos, além de que esse aumento da temperatura trará consequências como o derretimento de calotas polares, cujo resultado é a elevação do nível do mar, ameaçando as populações costeiras. Os cientistas também informam que a temperatura elevada pode levar à extinção de espécies, como anfíbios, urso polar, aves – como o ganso de peito vermelho que vive no Ártico –, e os corais marinhos.
Mas aí você deve estar se perguntando: E o que isso tem haver com o Brasil, nordeste e o lugar que moro? Pois bem, tem tudo haver. É só lembrar da seca ocorrida em 2001 na Amazônia; dos tornados e o Furacão ‘Catarina’ (primeiro furacão brasileiro) atingiram a região sul em 2005; das tempestades violentas em Alagoas e Pernambuco em 2010; Além de uma das maiores secas (2012) dos últimos 40 anos na Bahia e Sergipe, acentuando o processo de desertificação no nordeste. De acordo com dados atuais do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), esses tornados e furacões são consequências do aumento da temperatura do Oceano Atlântico, a Amazônia pode se tornar igual às Savanas africanas e o nordeste se tornar uma área desértica, semelhante ao deserto onde é impossível plantar ou criar animais para subsistência, expulsando as populações para a cidade.
Todos esses fatores são intensificados pela ação humana com a utilização de combustíveis fósseis, desmatamento, queimadas e liberação de gases e produtos nocivos ao meio ambiente. Dessa forma, é imprescindível que as ações previstas no Protocolo de Kyoto (acordo internacional para reduzir gases que intensificam o efeito estufa) sejam mais efetivas em todos os países com o objetivo de reduzir a emissões de gases poluentes. Especialmente neste ano quando ocorrerá, em junho, no Rio de Janeiro, a Conferência Rio+20, onde diversos países desenvolvidos e em desenvolvimento definirão novas metas de comprometimento para a melhoria do quadro ambiental a serem alcançadas até o ano de 2020, contando, claro, com a participação efetiva dos países desenvolvidos, como Estados Unidos que se negou assinar tal acordo. Vale também destacar as iniciativas sustentáveis, como a substituição das fontes energias atuais por renováveis – através de iniciativas como a premiação governamental às empresas que diminuam emissões – são um bom começo. Enquanto isso, compre apenas o necessário, use meios de transporte coletivos, reduza o consumo de energia e, melhor, conversem com seus avós, eles sim sabiam viver bem com o ambiente.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Dengue uma doença preocupante





Antes de começar a falar sobre a doença em si precisamos saber qual a sua origem. O mosquito causador da dengue é natural do continente africano, chegou aqui na América do Sul no período de colonização pelos navios negreiros, com isso começaram a se proliferar, principalmente nos países tropical e subtropical, onde possuem um clima favorável, e principalmente no verão, após a época chuvosa em que o acúmulo de água em garrafas, caixa d’agua e em outros recipientes é bastante comum. A dengue é transmitida pelo mosquito fêmea infectado, que ao picar o ser humano transmite a doença.

foto do site: www.dengue.org.br
Esta doença pode ser transmitida por dois mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), ambos possuem o arbovírus (abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodes), causador da dengue e de outras doenças relacionadas aos artrópodes, no entanto, a dengue é uma doença infecciosa conhecida desde o final do século XVIII, mas só foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) neste século. Os tipos que foram notificados por alguns pesquisadores até hoje foram (DEN-1, DEN-2, DEN-3,DEN-4) sendo que, todos apresentam os mesmos sintomas, a única diferença é que você pegando dengue uma vez com um tipo não poderá ter novamente com o mesmo tipo, ou seja, você só poderá pegar dengue quatro vezes na sua vida inteira. Hoje é uma doença conhecida em quase todo o mundo, pois já houve casos em vários países e também está chegando a países da Europa, Ásia e América do norte, onde esse tipo de doença não se desenvolve normalmente devido ao clima desses países, que não é propício para o desenvolvimento do transmissor.

Hoje, a dengue é motivo para vários estudos. Algumas universidades do país estão pesquisando sobre o combate desta enfermidade, algumas dessas pesquisas já foram divulgadas como a da UFC (Universidade Federal do Ceara) do Departamento de Biologia, onde foram desenvolvidos estudos a partir de substratos de plantas para o combate das larvas do mosquito. Esse substrato é extraído das plantas nativas do Brasil chamadas popularmente de alecrim-pimenta (lippiasidoides) e moringa (Moringa oleífera), esse substrato pode ser diluído, mesmo em grandes porções, elimina completamente a larva do mosquito Aedes aegypti, mosquito este que é mais comum no Brasil.


Ciclo de vida:

foto do site: www.dengue.org.br


O ciclo de vida do mosquito possui as seguintes fases: ovo, larva, pupa, adulto. Eles se desenvolvem em água parada, limpa ou suja, e também os ovos são muito resistentes podendo passar meses sem estar próxima a água, mas a partir do contato com a água eles logo se desenvolvem em larva, passando aproximadamente de cinco a seis dias para se desenvolverem em pupa, em seguida tornam-se adultos e voam, mas para a ovulação é preciso que a fêmea tenha sangue para postulação dos ovos e também para a transmissão da doença.



Fagner Neris


Referências

Aja Brasil, Dengue, disponível em> www.dengue.org.br> acessado em: 16/03/2012


Boschilia, C. ,Biologia: Teoria e Prática, RIDEEL, 1ª Edição, São Paulo, 2001.


Grupo Virtuous, Dengue, disponível em> http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Agua/Agua11.php> acessado em: 16/03/2012

quarta-feira, 28 de março de 2012

Dengue doença atual? e suas verdades!
O mosquito causador da dengue é oriundo do continente africano, que chegou aqui na América no período de colonização pelos navios negreiros, e com isso começaram a se proliferarem principalmente nos país tropical e subtropical que tem clima favorável e principalmente no verão após a época chuvosa, que criam lugares propensos para a sua proliferação. A dengue é transmitida pelo mosquito fêmea infectado que pica o homem e transmite a doença.
A dengue é uma doença infeciosa que pode ser transmitida por dois mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), que esses mesmos têm o arbovírus (abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodes), causador da dengue. A dengue é uma doença que é conhecida desde o final do século XVIII, mas só foi reconhecida pela organização mundial de saúde (OMS) neste século. Os tipos que foram notificados por alguns pesquisadores até hoje foram (DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4) sendo que, todos apresentam os mesmos sintomas, a única diferença é que você pegando dengue uma vez com um tipo não poderá ter novamente com o mesmo tipo, ou seja, você só poderá pegar dengue quatro vezes na sua vida inteira. Hoje é uma doença conhecida em quase todo o mundo, pois já ouve casos em vários países e também está chegando a países da Europa, Ásia e América do norte onde esse tipo de doenças não é desenvolvido com abundancia por causa do clima desses países, que não é propício para o desenvolvimento do transmissor.
Hoje a dengue é motivo para vários estudos de pesquisa na área, algumas universidades do país estão pesquisando sobre como combater a dengue, algumas dessas pesquisas já foram divulgadas como a pesquisa da UFC do departamento de biologia que desenvolveram substrato de plantas para o combate as larvas do mosquito, esse substrato é extraído das plantas nativas do país que se chamam popularmente de alecrim-pimenta (lippia sidoides) e moringa (Moringa oleífera), esse substrato pode ser diluído mesmo em grandes porções, que eliminam completamente a larva do mosquito Aedes aegypti.
Ciclo de vida:
O ciclo de vida do mosquito acontece pelas seguintes fases: ovo, larva, pupa, adulto. Eles se desenvolvem em água parada e limpa ou suja, e também os ovos são muito resistentes podendo passar meses sem ter próximo a água, mas com a chegada da água ele logo se desenvolvem em larva, mas para a ovulação é preciso que a fêmea tenha sangue para postulação dos ovos e também para a transmissão da doença.

sábado, 17 de março de 2012

Dengue uma doença preocupante
Antes de começar a falar sobre a doença em si precisamos saber qual a sua origem.
 O mosquito causador da dengue é natural do continente africano, chegou aqui na América do Sul no período de colonização pelos navios negreiros, com isso começaram a se proliferar, principalmente nos países tropical e subtropical, onde possuem um clima favorável, e principalmente no verão, após a época chuvosa em que o acúmulo de água em garrafas, caixa d’agua e em outros recipientes é bastante comum. A dengue é transmitida pelo mosquito fêmea infectado, que ao picar o ser humano transmite a doença.
Figura 1: foto do site: www.dengue.org.br
Esta doença pode ser transmitida por dois mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), ambos possuem o arbovírus(abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodes), causador da dengue e de outras doenças relacionadas aos artrópodes, no entanto,a dengue é uma doença infecciosa conhecida desde o final do século XVIII, mas só foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) neste século. Os tipos que foram notificados por alguns pesquisadores até hoje foram (DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4) sendo que, todos apresentam os mesmos sintomas, a única diferença é que você pegando dengue uma vez com um tipo não poderá ter novamente com o mesmo tipo, ou seja, você só poderá pegar dengue quatro vezes na sua vida inteira. Hoje é uma doença conhecida em quase todo o mundo, pois já houve casos em vários países e também está chegando a países da Europa, Ásia e América do norte, onde esse tipo de doença não se desenvolve normalmente devido ao clima desses países, que não é propício para o desenvolvimento do transmissor.
Hoje, a dengue é motivo para vários estudos. Algumas universidades do país estão pesquisando sobre o combate desta enfermidade, algumas dessas pesquisas já foram divulgadas como a da UFC (Universidade Federal do Ceara) do Departamento de Biologia,onde foram desenvolvidos estudos a partir de substratos de plantas para o combate das larvas do mosquito. Esse substrato é extraído das plantas nativas do Brasil chamadas popularmente de alecrim-pimenta (lippiasidoides) e moringa (Moringa oleífera), esse substrato pode ser diluído, mesmo em grandes porções, elimina completamente a larva do mosquito Aedes aegypti, mosquito este que é mais comum no Brasil.

Ciclo de vida:
O ciclo de vida do mosquito possui as seguintes fases: ovo, larva, pupa, adulto. Eles se desenvolvem em água parada, limpa ou suja, e também os ovos são muito resistentes podendo passar meses sem estar próxima a água, mas a partir do contato com a água eles logo se desenvolvem em larva,passando aproximadamente de cinco a seis dias para se desenvolverem em pupa, em seguida tornam-se adultos e voam, mas para a ovulação é preciso que a fêmea tenha sangue para postulação dos ovos e também para a transmissão da doença.

Fagner Neris


Referências
Aja Brasil, Dengue,disponível em>www.dengue.org.br> acessado em: 16/03/2012
Boschilia, C. ,Biologia: Teoria e Prática, RIDEEL, 1ª Edição, São Paulo, 2001.
 Grupo Virtuous, Dengue, disponível em>http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Agua/Agua11.php> acessado em: 16/03/2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Obesidade Infantil

Obesidade Infantil
A obesidade é uma das principais doenças relacionada à nutrição, destacada como uma enfermidade ocorrida quando o índice de massa corporal (IMC) encontra-se elevado, com o acúmulo de tecido gorduroso em todo o corpo. Tal doença é ocasionada por maus hábitos alimentares, fatores genéticos e fisiológicos.
Segundo Berheman & Kliegman,


“Uma criança em que os pais são obesos, possui 80% de chances de desenvolver a obesidade, essa situação cai para 40% se apenas um dos pais for obeso, e se nenhum dos pais possuírem tal enfermidade essa criança terá apenas 7% de chance de se tornar uma pessoa obesa, sendo que a obesidade está entre os maiores problemas da saúde humana, considerada uma “epidemia” mundial, ocasionada pelo grande número de pessoas acima do peso”. (BERHEMAN & KLIEGMAN apud SOARES & PETROSKI, p. 65,1994).

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A obesidade infantil é uma grande preocupação desde os anos noventa pela grande quantidade de crianças com sobrepeso, esta situação vem aumentando de forma significativa nos países europeus e determina várias complicações na infância e na vida adulta desses indivíduos. Esse problema pode começar nos primeiros anos de vida da criança (desmame precoce), quando a mãe substitui a amamentação por uma alimentação rica em carboidratos, atitude que não é aconselhável, pois nos primeiros anos de vida o melhor alimento para a criança é o leite materno. Os riscos são muitos para essas pessoas, pois a demanda de doenças ocasionadas pela obesidade é muito grande, algumas são: Osteoporose, osteoartrite, doenças cardiovasculares, colesterol elevado, gastrite, diabetes, hipertensão, dentre outras. Além disso, a criança obesa pode sofrer preconceito e ser vítima de “chacota”, principalmente na escola, onde atualmente, a aparência é um dos principais critérios pelo qual somos julgados. Consequentemente, a obesidade deixa de ser somente um problema de saúde e passa a ser também um problema de caráter social.
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Entretanto, os cuidados para evitar este problema precisam ser tomados desde cedo, quando percebe-se um ganho de peso acelerado, mudanças nos hábitos alimentares, tanto das crianças, quanto dos pais é uma boa saída, a prática de atividades físicas também ajuda a evitar esse tipo de problema.
Nos dias atuais, as crianças dificilmente praticam esportes, principalmente na classe média alta, em que trocam as atividades físicas por vídeo games e computadores, isto tudo aliado ao excesso de alimentos nada saudáveis, comprometendo a saúde destes jovens.
        “Para um tratamento de uma criança é preciso um conjunto formado por médico, nutricionista, instrutor de atividade física e psicólogo” (Dâmaso apud SOARES & PETROSKI p. 69,1995). Quando diagnosticado um caso de obesidade não existe um tempo estimado para a melhora deste indivíduo, pois a evolução do quadro clínico do paciente varia de pessoa para pessoa, fatores como idade e sexo influenciam neste processo.
Portanto, segundo o Consenso Latino Americano de Obesidade a prevenção está em evitar o ganho de peso excessivo no período da gestação no caso da mulher. No caso das crianças, as mães devem dar preferência ao leite materno pelo menos até o quarto mês, e não inserir na dieta dos mesmos alimentos farináceos, pelo menos até esse período. Falando de crianças mais velhas, jovens e adultos, estas pessoas devem evitar alimentos muito doces, aumentarem as atividades físicas, com o objetivo de se manterem com um peso ideal, para que o organismo funcione da melhor forma possível.

Lembrando que a obesidade é uma enfermidade de difícil cura e que todos devem lutar por sua prevenção.





Adriano Cunha


Referências:
  •       SOARES, L.D.; PETROSKI, E.L. Artigo de Revisão. 2003, pdf. 12 p. Prevalência, fatores etiológicos e tratamento da obesidade infantil.
  •      CAVALCANTI, C. B. S.; CARVALHO, S.C.B.E.; BARROS, V.G.B. Artigo de Revisão.2009, pdf. 09 p. Indicadores antropométricos de obesidade abdominal: revisão dos artigos indexados na biblioteca SciELO.
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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Errata

 Devido a incompetência das gráficas, que não cumpriram seu papel de apenas imprimir os jornais, criamos esta errata com o objetivo de esclarecer que estes erros são de responsabilidade das gráficas, pois modificaram os documentos sem nossa autorização.