sexta-feira, 30 de março de 2012

Dengue uma doença preocupante





Antes de começar a falar sobre a doença em si precisamos saber qual a sua origem. O mosquito causador da dengue é natural do continente africano, chegou aqui na América do Sul no período de colonização pelos navios negreiros, com isso começaram a se proliferar, principalmente nos países tropical e subtropical, onde possuem um clima favorável, e principalmente no verão, após a época chuvosa em que o acúmulo de água em garrafas, caixa d’agua e em outros recipientes é bastante comum. A dengue é transmitida pelo mosquito fêmea infectado, que ao picar o ser humano transmite a doença.

foto do site: www.dengue.org.br
Esta doença pode ser transmitida por dois mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), ambos possuem o arbovírus (abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodes), causador da dengue e de outras doenças relacionadas aos artrópodes, no entanto, a dengue é uma doença infecciosa conhecida desde o final do século XVIII, mas só foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) neste século. Os tipos que foram notificados por alguns pesquisadores até hoje foram (DEN-1, DEN-2, DEN-3,DEN-4) sendo que, todos apresentam os mesmos sintomas, a única diferença é que você pegando dengue uma vez com um tipo não poderá ter novamente com o mesmo tipo, ou seja, você só poderá pegar dengue quatro vezes na sua vida inteira. Hoje é uma doença conhecida em quase todo o mundo, pois já houve casos em vários países e também está chegando a países da Europa, Ásia e América do norte, onde esse tipo de doença não se desenvolve normalmente devido ao clima desses países, que não é propício para o desenvolvimento do transmissor.

Hoje, a dengue é motivo para vários estudos. Algumas universidades do país estão pesquisando sobre o combate desta enfermidade, algumas dessas pesquisas já foram divulgadas como a da UFC (Universidade Federal do Ceara) do Departamento de Biologia, onde foram desenvolvidos estudos a partir de substratos de plantas para o combate das larvas do mosquito. Esse substrato é extraído das plantas nativas do Brasil chamadas popularmente de alecrim-pimenta (lippiasidoides) e moringa (Moringa oleífera), esse substrato pode ser diluído, mesmo em grandes porções, elimina completamente a larva do mosquito Aedes aegypti, mosquito este que é mais comum no Brasil.


Ciclo de vida:

foto do site: www.dengue.org.br


O ciclo de vida do mosquito possui as seguintes fases: ovo, larva, pupa, adulto. Eles se desenvolvem em água parada, limpa ou suja, e também os ovos são muito resistentes podendo passar meses sem estar próxima a água, mas a partir do contato com a água eles logo se desenvolvem em larva, passando aproximadamente de cinco a seis dias para se desenvolverem em pupa, em seguida tornam-se adultos e voam, mas para a ovulação é preciso que a fêmea tenha sangue para postulação dos ovos e também para a transmissão da doença.



Fagner Neris


Referências

Aja Brasil, Dengue, disponível em> www.dengue.org.br> acessado em: 16/03/2012


Boschilia, C. ,Biologia: Teoria e Prática, RIDEEL, 1ª Edição, São Paulo, 2001.


Grupo Virtuous, Dengue, disponível em> http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Agua/Agua11.php> acessado em: 16/03/2012

quarta-feira, 28 de março de 2012

Dengue doença atual? e suas verdades!
O mosquito causador da dengue é oriundo do continente africano, que chegou aqui na América no período de colonização pelos navios negreiros, e com isso começaram a se proliferarem principalmente nos país tropical e subtropical que tem clima favorável e principalmente no verão após a época chuvosa, que criam lugares propensos para a sua proliferação. A dengue é transmitida pelo mosquito fêmea infectado que pica o homem e transmite a doença.
A dengue é uma doença infeciosa que pode ser transmitida por dois mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), que esses mesmos têm o arbovírus (abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodes), causador da dengue. A dengue é uma doença que é conhecida desde o final do século XVIII, mas só foi reconhecida pela organização mundial de saúde (OMS) neste século. Os tipos que foram notificados por alguns pesquisadores até hoje foram (DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4) sendo que, todos apresentam os mesmos sintomas, a única diferença é que você pegando dengue uma vez com um tipo não poderá ter novamente com o mesmo tipo, ou seja, você só poderá pegar dengue quatro vezes na sua vida inteira. Hoje é uma doença conhecida em quase todo o mundo, pois já ouve casos em vários países e também está chegando a países da Europa, Ásia e América do norte onde esse tipo de doenças não é desenvolvido com abundancia por causa do clima desses países, que não é propício para o desenvolvimento do transmissor.
Hoje a dengue é motivo para vários estudos de pesquisa na área, algumas universidades do país estão pesquisando sobre como combater a dengue, algumas dessas pesquisas já foram divulgadas como a pesquisa da UFC do departamento de biologia que desenvolveram substrato de plantas para o combate as larvas do mosquito, esse substrato é extraído das plantas nativas do país que se chamam popularmente de alecrim-pimenta (lippia sidoides) e moringa (Moringa oleífera), esse substrato pode ser diluído mesmo em grandes porções, que eliminam completamente a larva do mosquito Aedes aegypti.
Ciclo de vida:
O ciclo de vida do mosquito acontece pelas seguintes fases: ovo, larva, pupa, adulto. Eles se desenvolvem em água parada e limpa ou suja, e também os ovos são muito resistentes podendo passar meses sem ter próximo a água, mas com a chegada da água ele logo se desenvolvem em larva, mas para a ovulação é preciso que a fêmea tenha sangue para postulação dos ovos e também para a transmissão da doença.

sábado, 17 de março de 2012

Dengue uma doença preocupante
Antes de começar a falar sobre a doença em si precisamos saber qual a sua origem.
 O mosquito causador da dengue é natural do continente africano, chegou aqui na América do Sul no período de colonização pelos navios negreiros, com isso começaram a se proliferar, principalmente nos países tropical e subtropical, onde possuem um clima favorável, e principalmente no verão, após a época chuvosa em que o acúmulo de água em garrafas, caixa d’agua e em outros recipientes é bastante comum. A dengue é transmitida pelo mosquito fêmea infectado, que ao picar o ser humano transmite a doença.
Figura 1: foto do site: www.dengue.org.br
Esta doença pode ser transmitida por dois mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), ambos possuem o arbovírus(abreviatura do inglês de arthropod-bornvirus, vírus oriundo dos artrópodes), causador da dengue e de outras doenças relacionadas aos artrópodes, no entanto,a dengue é uma doença infecciosa conhecida desde o final do século XVIII, mas só foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) neste século. Os tipos que foram notificados por alguns pesquisadores até hoje foram (DEN-1, DEN-2, DEN-3, DEN-4) sendo que, todos apresentam os mesmos sintomas, a única diferença é que você pegando dengue uma vez com um tipo não poderá ter novamente com o mesmo tipo, ou seja, você só poderá pegar dengue quatro vezes na sua vida inteira. Hoje é uma doença conhecida em quase todo o mundo, pois já houve casos em vários países e também está chegando a países da Europa, Ásia e América do norte, onde esse tipo de doença não se desenvolve normalmente devido ao clima desses países, que não é propício para o desenvolvimento do transmissor.
Hoje, a dengue é motivo para vários estudos. Algumas universidades do país estão pesquisando sobre o combate desta enfermidade, algumas dessas pesquisas já foram divulgadas como a da UFC (Universidade Federal do Ceara) do Departamento de Biologia,onde foram desenvolvidos estudos a partir de substratos de plantas para o combate das larvas do mosquito. Esse substrato é extraído das plantas nativas do Brasil chamadas popularmente de alecrim-pimenta (lippiasidoides) e moringa (Moringa oleífera), esse substrato pode ser diluído, mesmo em grandes porções, elimina completamente a larva do mosquito Aedes aegypti, mosquito este que é mais comum no Brasil.

Ciclo de vida:
O ciclo de vida do mosquito possui as seguintes fases: ovo, larva, pupa, adulto. Eles se desenvolvem em água parada, limpa ou suja, e também os ovos são muito resistentes podendo passar meses sem estar próxima a água, mas a partir do contato com a água eles logo se desenvolvem em larva,passando aproximadamente de cinco a seis dias para se desenvolverem em pupa, em seguida tornam-se adultos e voam, mas para a ovulação é preciso que a fêmea tenha sangue para postulação dos ovos e também para a transmissão da doença.

Fagner Neris


Referências
Aja Brasil, Dengue,disponível em>www.dengue.org.br> acessado em: 16/03/2012
Boschilia, C. ,Biologia: Teoria e Prática, RIDEEL, 1ª Edição, São Paulo, 2001.
 Grupo Virtuous, Dengue, disponível em>http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Agua/Agua11.php> acessado em: 16/03/2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Obesidade Infantil

Obesidade Infantil
A obesidade é uma das principais doenças relacionada à nutrição, destacada como uma enfermidade ocorrida quando o índice de massa corporal (IMC) encontra-se elevado, com o acúmulo de tecido gorduroso em todo o corpo. Tal doença é ocasionada por maus hábitos alimentares, fatores genéticos e fisiológicos.
Segundo Berheman & Kliegman,


“Uma criança em que os pais são obesos, possui 80% de chances de desenvolver a obesidade, essa situação cai para 40% se apenas um dos pais for obeso, e se nenhum dos pais possuírem tal enfermidade essa criança terá apenas 7% de chance de se tornar uma pessoa obesa, sendo que a obesidade está entre os maiores problemas da saúde humana, considerada uma “epidemia” mundial, ocasionada pelo grande número de pessoas acima do peso”. (BERHEMAN & KLIEGMAN apud SOARES & PETROSKI, p. 65,1994).

Link Imagem
A obesidade infantil é uma grande preocupação desde os anos noventa pela grande quantidade de crianças com sobrepeso, esta situação vem aumentando de forma significativa nos países europeus e determina várias complicações na infância e na vida adulta desses indivíduos. Esse problema pode começar nos primeiros anos de vida da criança (desmame precoce), quando a mãe substitui a amamentação por uma alimentação rica em carboidratos, atitude que não é aconselhável, pois nos primeiros anos de vida o melhor alimento para a criança é o leite materno. Os riscos são muitos para essas pessoas, pois a demanda de doenças ocasionadas pela obesidade é muito grande, algumas são: Osteoporose, osteoartrite, doenças cardiovasculares, colesterol elevado, gastrite, diabetes, hipertensão, dentre outras. Além disso, a criança obesa pode sofrer preconceito e ser vítima de “chacota”, principalmente na escola, onde atualmente, a aparência é um dos principais critérios pelo qual somos julgados. Consequentemente, a obesidade deixa de ser somente um problema de saúde e passa a ser também um problema de caráter social.
Link Imagem
Entretanto, os cuidados para evitar este problema precisam ser tomados desde cedo, quando percebe-se um ganho de peso acelerado, mudanças nos hábitos alimentares, tanto das crianças, quanto dos pais é uma boa saída, a prática de atividades físicas também ajuda a evitar esse tipo de problema.
Nos dias atuais, as crianças dificilmente praticam esportes, principalmente na classe média alta, em que trocam as atividades físicas por vídeo games e computadores, isto tudo aliado ao excesso de alimentos nada saudáveis, comprometendo a saúde destes jovens.
        “Para um tratamento de uma criança é preciso um conjunto formado por médico, nutricionista, instrutor de atividade física e psicólogo” (Dâmaso apud SOARES & PETROSKI p. 69,1995). Quando diagnosticado um caso de obesidade não existe um tempo estimado para a melhora deste indivíduo, pois a evolução do quadro clínico do paciente varia de pessoa para pessoa, fatores como idade e sexo influenciam neste processo.
Portanto, segundo o Consenso Latino Americano de Obesidade a prevenção está em evitar o ganho de peso excessivo no período da gestação no caso da mulher. No caso das crianças, as mães devem dar preferência ao leite materno pelo menos até o quarto mês, e não inserir na dieta dos mesmos alimentos farináceos, pelo menos até esse período. Falando de crianças mais velhas, jovens e adultos, estas pessoas devem evitar alimentos muito doces, aumentarem as atividades físicas, com o objetivo de se manterem com um peso ideal, para que o organismo funcione da melhor forma possível.

Lembrando que a obesidade é uma enfermidade de difícil cura e que todos devem lutar por sua prevenção.





Adriano Cunha


Referências:
  •       SOARES, L.D.; PETROSKI, E.L. Artigo de Revisão. 2003, pdf. 12 p. Prevalência, fatores etiológicos e tratamento da obesidade infantil.
  •      CAVALCANTI, C. B. S.; CARVALHO, S.C.B.E.; BARROS, V.G.B. Artigo de Revisão.2009, pdf. 09 p. Indicadores antropométricos de obesidade abdominal: revisão dos artigos indexados na biblioteca SciELO.
·                        

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Errata

 Devido a incompetência das gráficas, que não cumpriram seu papel de apenas imprimir os jornais, criamos esta errata com o objetivo de esclarecer que estes erros são de responsabilidade das gráficas, pois modificaram os documentos sem nossa autorização.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Edições do jornal Ciência Já

  • Bom galera, segue aí os links para download das edições do Ciência Já.
1ª   Edição:
Download

2ª   Edição:
Download

3ª  Edição:
Download

4ª  Edição:
Download

5ª Edição:
Download

6ª Edição:
Download

7ª Ediçao:
Download

8ª Edição:
Download

9ª Edição: 
 Download 
 10ª Edição
Download

11ª Edição:

Download

12ª Edição

Download

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Saneamento Básico

SANEAMENTO BÁSICO:  SERGIPE EM OBSERVAÇÃO
            Introdução

Em um país como o Brasil que será sede de eventos importantes como copa do mundo e olimpíadas, o saneamento básico é visto como um desafio para os organizadores e encarregados dos eventos, no entanto esse problema não é só de organizadores e encarregados, mas também de toda a população do país, pois ela é quem vive o problema.
O saneamento básico está nas planilhas regionais e municipais sobre o assunto, que está na lei 11.445, que regulamenta desde janeiro de 2007, o setor de saneamento no País. Essa Lei estabelece que os titulares dos serviços de saneamento básico, prefeitos e administradores públicos, devem formular as políticas publicas de saneamento a partir da elaboração de um Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) que define a gestão do saneamento em âmbito local.
A população é a mais atingida por falta de saneamento básico e não tem como falar desse assunto sem relacionar com qualidade de vida, pois estão intimamente relacionados por envolverem doenças e educação ambiental.
Nos últimos anos o instituto brasileiro geográfico de estatística (IBGE) demostrou entre 2000 e 2008 dados que mostra um pequeno avanço ao desenvolvimento sobre o assunto em dadas regiões do Brasil, veja o gráfico a seguir:

ESGOTAMENTO SANITÁRIO: Coleta de esgoto estava presente em 55,2% dos municípios


Como mostra o gráfico o país vem avançando nesse aspecto, mas ainda tem problemas que preocupam os governos e toda a população, cujo a ênfase do governo é melhorar a qualidade de vida do país na qual todas as camadas sociais estão envolvidas.


                       Sergipe em observação

O estado de Sergipe é o menor do país, cujo problema de saneamento básico é igual como em todo o Brasil. Denúncias de mau armazenamento de lixo hospitalar foram feitas por uma emissora do país, que no estado de Sergipe focaram nas cidades de Aracaju e Itabaiana, mostrando o problema agravante que nossa população está passando.
A política estabelecida em Sergipe sobre tal assunto é muito discutido e nada posto em pratica. Itabaiana uma cidade do agreste sergipano tem um sério problema de saneamento básico, um exemplo é o açude da marcela que tem um índice de poluição muito alto por conta do esgoto da cidade ser jogado no próprio açude próximo à cidade, outro problema da cidade é o armazenamento de lixo, pois como varias cidades do país Itabaiana tem um lixão a céu aberto com aterro sanitário precário.
A falta de saneamento básico pode estar ligado há vários problemas sociais e de saúde, principalmente na área de parasitologia, pois lixões são uma grande fonte de procriação e transmissão de vários parasitas. Na cidade de Itabaiana as doenças causadas por parasitas são frequentes, os parasitas mais comuns, como alguns tipos de vermes, as mais conhecidas são: áscaris lumbricoides e esquistossomo, no qual a secretaria municipal de saúde efetuou exames identificação e tratamento de esquistossomo para a população dos povoados da cidade de Itabaiana.
Dados da secretaria municipal de saúde mostram (referentes ao período de: 01/02/2010) que povoados como: ribeira, mangueira e cajaiba foram os que tinham o maior índice de focos do parasita esquistossomo. Sendo que o povoado ribeira procedeu ao índice mais alto de foco de parasitas com 101 pessoas, o povoado mangueira esteve em segundo com o índice de 69 pessoas infectadas, já o povoado cajaiba obteve um índice alto também por apresentar 46 pessoas infectadas com o esquistossomo. A secretaria de saúde do município efetuou o tratamento e todos foram medicados diante do problema. Os outros povoados também obtiveram focos do parasita, mais com índices mais baixos.
Esse problema parasitário de saúde é uma das consequências evidentes pela a falta de saneamento básico, não só das cidades sergipanas mais de todo o país, esse problema é referente á falta de investimento no setor, no qual leva a população a uma precariedade na qualidade de vida, mostrando assim um problema social da população brasileira.
            


                                                                                             Fagner Alves Neris






-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------







-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Reunião discute Consórcio Público de Saneamento Básico para o Agreste
Consórcio busca erradicar lixões nos municípios.  
04.Nov.2011
Na manhã desta sexta-feira, 04, representantes do agreste de Sergipe se reuniram na Câmara de Vereadores de Itabaiana para discutirem entre outros pontos, a aprovação do estatuto do Consórcio Público de Saneamento Básico do Agreste Central Sergipano. O consórcio busca por fim nos lixões a céu aberto situados na região Agreste.
A prefeita de Ribeirópolis, Evanira Nascimento Barreto (Uita), presidente do conselho, ressaltou a importância do Consórcio para a região. Segundo a prefeita, a maior preocupação de todos os prefeitos é resolver o problema dos lixões mantendo uma preocupação com o meio ambiente. "Hoje foi aprovado o estatuto do consórcio para que as prefeituras possam no futuro pedir recursos federais através do consórcio, atualmente 18 prefeituras já se somaram para fazer parte desse consórcio", ressaltou Uita. O secretário do município de Ribeirópolis Caio Marcelo Valença Teles de Menezes foi eleito por unanimidade pelos prefeitos do agreste ao cargo de Superintendente do Consórcio Público de Saneamento Básico do Agreste Central.
O vice-presidente do consórcio e prefeito de Itabaiana, Luciano Bispo de Lima, afirmou que está surpreendido com a adesão e o andamento do consórcio, segundo ele, é de suma importância manter unidos para o progresso do consórcio. Luciano acredita que no máximo dois anos o consórcio do lixo estará funcionando em boas condições no agreste, e que irá erradicar os lixões dos municípios.
Estão associados ao consórcio público do Agrestre os município de Areia Branca, Campo do Brito, Carira, Cumbe, Itabaiana, Macambira, Malhador, Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora das Dores, Ribeiropólis, Santa Rosa de Lima, São Miguel do Aleixo, Siriri, Divina Pastora, São Domingos, Pedra Mole, Frei Paulo e Estância.
O estatuto colocado em discursão foi aprovado por unanimidade dos presentes, com exceção de uma das cláusulas que cobra uma taxa de coleta do usuário. Nesse Ponto, Luciano Bispo afirmou que a aprovação dessa proposta, semelhante à taxa de iluminação pública, pode causar muito desgaste nas prefeituras, e por se tratar de um período eleitoral é melhor discutir em outra ocasião. A sugestão de Luciano foi aceita pelos demais.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei no 12.305/2010) reforça a necessidade de criação de consórcios públicos municipais para a promoção da sustentabilidade dos serviços prestados e a divisão de despesas, além de contribuir para a inclusão social de catadores e a desativação de lixões que poluem o solo e os recursos hídricos. Para o Governo Federal esses consórcios são capazes de otimizarem recursos e se traduzem em oportunidade de negócios com geração de emprego e renda.

Da redação Itnet, Aparecido Santana.http://www.itnet.com.br/materia-16711


-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------